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Cheiro dO mundo

Guardou a Ars, a epopeia portuguesa e o mundo na sacola, com dor. Quando viu, o mundo estava perfumado dele. Pôs-se a cheirá-lo fortemente para dentro de si. Aquela seria a última vez que, mesmo com dor, faria aquilo. E neste mundo sem olhos, já não se viram mais. Nem o mundo, nem ela. 


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