Um pensamento tomou conta da mente dela. O dia inteiro. Seu inconsciente mandava-lhe mensagens que ela tentava não lembrar. Mas as mãos dele podem se fazer bem inesquecíveis. Na noite anterior, ele as fazia percorrer-lhe o corpo e deixavam-na vermelha. Elas vibravam em seu corpo. Ela queria gritar naquele silêncio que ela tinha que fazer. E ele a beijava quando ela ameaçava se fazer ouvir mais alto. A adrenalina e a sensação de ser descoberto sempre o fizeram ficar mais excitado. E naquela noite o prazer dela lhe era suficiente. Era uma espécie de vingança pelas provocações dela em noites anteriores. Ele movimentava as mãos e ela fazia caras e bocas, mordia o lábio inferior, a camisa dele e jogava a cabeça pra trás. Quando ela enfim pediu: - Para! Para, por favor! -Você quer mesmo que eu pare? - Hm... Erh... Ele acelerou o movimento e aquele grito queria sair do peito dela. Ele a observava estremecer em seu colo e gemer... E gemer mais... E mais... E mais alto... E mais alto... At...